CRONOLOGIA HISTÓRICA

Datas de Fatos importantes com referencia à colonização Alemã de Juiz de Fora.
1500: O primeiro "alemão" a chegar ao Brasil foi o astrônomo e cosmógrafo Meister Johann, exercendo a função de náutico de Pedro Álvares Cabral. Natural de Emmerich, atual Alemanha, por ocasião da descoberta, emitiu o "certificado de nascimento do Brasil".
1500: Consta que também o cozinheiro de Pedro Álvares Cabral seria originário da região onde hoje se localiza a Alemanha.
1525–1576: Hans Staden de Homberg esteve no Brasil e foi quem escreveu o primeiro livro em língua alemã sobre o Brasil.
As origens de Juiz de Fora Remontam a época do Ciclo do Ouro, portanto confundem-se com a história de Minas Gerais. A Zona da Mata, então habitada pelos índios puris e coroados, foi desbravada com a abertura do Caminho Novo, estrada construída em 1707 para o transporte do ouro da região de Vila Rica (Ouro Preto) até o porto do Rio de Janeiro.
Na primeira metade do século XVIII Garcia que era filho de Fernão Dias, o célebre desbravador das terras mineiras, chegou ao lado esquerdo do Paraibuna. Lá foi construída mais tarde a Fazenda do Alcaide-mor, Thomé Corrêa Vasques, genro de Garcia. Depois de abandonada a fazenda se transformou num povoado passando a se chamar Tapera.
Viena, 22 de Janeiro de 1797 — Rio de Janeiro, 11 de Dezembro de 1826: Maria Leopoldina Josefa Carolina de Habsburgo.
1815-1866: Período da Confederação dos Estados Alemães.
1818- D. João VI autorizou a vinda dos primeiros imigrantes alemães para o Brasil.
1819 e 1820: chegaram ao Brasil 261 famílias de colonos suíços, totalizando 1.686 imigrantes iniciando o ciclo oficialmente.
1820: era criado oficialmente o povoado de Santo Antônio do Paraibuna.
23 de junho de 1821: Nasce Mariano Procópio Ferreira Lage (morre em Juiz de Fora em, 14 de fevereiro de 1872) foi um engenheiro e político brasileiro, construtor da primeira estrada pavimentada do país - "uma das glórias da engenharia nacional" e "uma das obras mais arrojadas do mundo" a sua época.
1821: Contratados do major Schaeffer: mercenários trazidos da Alemanha, para formar o "Corpo de Tropas Estrangeiras", no Exército Brasileiro, imediatamente após a proclamação da Independência, através do médico Anton Von Schaeffer, chegado ao Brasil em 1821 e nomeado major da Guarda Imperial, pelo imperador D. Pedro I. Formaram dois batalhões de caçadores e dois de granadeiros. Os contratados, dois tenentes engenheiros, que foram incorporados ao Exército Brasileiro, por não haver uma unidade de engenharia no Corpo de Tropas Estrangeiras: os tenentes Halfeld e Köeler, que foram, respectivamente, fundadores de Juiz de Fora e de Petrópolis.
1824: Alemães em S. Leopoldo. Os escritores do Sul alegam que: Os Suíços que se estabeleceram em Nova Friburgo em 1818 “não eram alemães”, pois vieram onde hoje é a Suíça, portanto eram “Suíços”, para tentarem colocar São Leopoldo como berço da colonização alemã no Brasil.
1836: Halfeld nomeado engenheiro da Província das Minas Gerais
1837: Halfeld designado a construir a nova estrada entre Vila Rica e Paraibuna
1840: O governo brasileiro, por intermédio da Lei Provincial nº 56, de maio de 1840, incentivava a imigração e prometia terras para os estrangeiros A existência deste apoio levou a Companhia União e Indústria a trazer, além da mão de obra especializada, colonos alemães que passariam a viver no Brasil após a construção da estrada.
8 de Janeiro de 1840: Halfeld casa com Cândida Maria Carlota.
31 de maio de 1850: Emancipação política da vila de Santo Antônio do Paraibuna, que pertencia a Barbacena.
1852: Mariano Procópio Ferreira Lage tinha em mãos os recursos financeiros e a autorização imperial para construir a estrada União Indústria (Juiz de Fora- Petrópolis) .
1855: na Vila de Santo Antônio do Paraibuna, havia um total de 4 mil escravos para 2.400 homens livres
7 de janeiro de 1856: Chegam os primeiros alemães em Juiz de Fora – para construir a estrada União Indústria.
2 de maio de 1856: Município de Paraibuna.
1858: Os navios que trouxeram os Alemães: O primeiro embarque aconteceu na barca Tee, que saiu da Alemanha em 21 de abril de 1858, com 232 colonos (116 homens e 116 mulheres; do total, 145 protestantes e 87 católicos) para a Companhia União e Indústria, tendo chegado ao Rio em 24 de maio. O segundo aconteceu em 25 de junho de 1858, também no Rio, com a barca Rei: 182 colonos de ambos os sexos. O terceiro desembarque no Rio ocorreu em 25 de julho de 1858, trazendo 285 colonos na barca Gôndola. O quarto, em
29 de julho de 1858, trouxe 249 imigrantes, pela barca Gessner. O quinto e último foi pela barca Osnabrück, que chegou em 3 de agosto de 1858, com 215 colonos.
- Chegam os imigrantes alemães para a Colônia Agrícola D. Pedro II.
-Os alemães que vieram para Juiz de Fora foram os primeiros protestantes a chegar a Minas Gerais.
12/06/1858 - A Câmara Municipal agradecia a Mariano Procópio Ferreira Lage a escolha do distrito da cidade para localização da Colônia Agrícola Dom Pedro II (Colônia de São Pedro).
1859: um ano depois do início da colonização em Juiz de Fora O governo alemão proibiu a emigração para o Brasil, devido a diversos problemas.
10/04/1860 - Nascia em Petrópolis o industrial Henrique Surerus, que foi vereador à Câmara Municipal e membro do Conselho Consultivo da Prefeitura no período de 1930 a 1936.
1860: o imigrante Sebastian Kunz fundou, na Colônia de Cima (Bairro São Pedro), a primeira cervejaria da cidade e do Estado de Minas Gerais, a Cervejaria Barbante, que utilizava o primitivo processo de alta fermentação do milho e, mais tarde, do arroz. Por esse sistema, a fermentação continuava até mesmo após a cerveja engarrafada; formava-se no recipiente uma quantidade de ácido carbônico o suficiente para pressionar a rolha fazendo-a saltar. Para evitar que isso acontecesse, a rolha era amarrada ao gargalo da garrafa com um pedaço de barbante, que conferiu o nome ao estabelecimento.
1861: é inaugurada, com a presença do Imperador D. Pedro II, a estrada União e Indústria, considerada uma das mais modernas do mundo na época. O percurso, de 144 km, ligava Juiz de Fora a Petrópolis e servia para escoar a produção de café.
1861: Mariano Procópio inicia a construção da Villa Ferreira Lage, embrião do que seria posteriormente o primeiro museu histórico de Minas Gerais, o Museu Mariano Procópio.
1861: quando foi inaugurada a Estrada União e Indústria, a arrecadação tributária de Juiz de Fora era a terceira de Minas Gerais.
1865: Fundição George Grande (antiga Schiess).
-Fundição Kascher (Martim Kascher).
19 de dezembro de 1865: A cidade recebeu o nome definitivo de Juiz de Fora.
1867: Cervejaria Kremer (Augusto Kremer & Cia)
1867-1918: Período do Império Austro-Húngaro 
10/01/1865 - Nascia na cidade o Dr. Alfredo Ferreira Lage, criador do Museu Mariano Procópio.
1870: Juiz de Fora se colocava em primeiro lugar na contribuição para os cofres de Minas Gerais. A cidade possuía mais de 170 estabelecimentos comerciais e de serviços.
1872: havia nessa cidade 18.775 escravos para 11.604 livres.
16/05/1872 - Era fundada a Sociedade Alemã de Socorros Mútuos, tendo como presidente o Sr. Augusto Kremer, a qual mudou posteriormente sua denominação para Sociedade Alemã de Beneficência.
1878: Cervejaria José Weiss (José Weiss).
1880: Cervejaria Borboleta (Irmãos Scoralick)
-Cervejaria Poço Rico (Irmãos Freesz).
-Cervejaria Winter (Frederico Winter).
30 de junho de 1885. Igreja Luterana (Praça Agassis) sob direção do senhor Detlef Krambeck e seus auxiliares João e Henrique Surerus, construiu-se um templo que foi inaugurado na cidade e de caravanas procedentes de Petrópolis, Mar de Espanha e Leopoldina, inaugurava-se festivamente a Igreja Luterana da Colônia de São Pedro.
20 de junho de 1886: ocorre a fundação efetiva da Comunidade Evangélica Luterana através da aprovação dos estatutos. Em 1887, a comunidade se tornou autônoma após já terem constituído o presbitério no ano anterior.
1886- - foi inaugurada no município a primeira usina hidrelétrica de grande porte da América do Sul, a Usina de Marmelos, importante marco do setor elétrico do país e grande impulsionadora da indústria na cidade.
A primeira iluminação pública da cidade (Henrique Meurer e Carlos Otto Halfeld).
25/11/1890 - Nascia na Borboleta, subúrbio da cidade, o Dr. Cristiano Degwert, um dos fundadores da Escola de Engenharia de Juiz de Fora e diretor da Cia. Mineira de Eletricidade.
30 de março de 1891: Academia de Comércio pelo empresário Francisco Batista.
1/01/1893 - A capela de Nossa Senhora da Glória era elevada à categoria de Curato, sendo nomeado cura o padre Matias Fulkens.
2 /01/1894 - Inaugurava-se na Rua do Botanágua n. 127 a Cervejaria Dois Leões, de propriedade do Sr. Carlos Stiebler.
Dezembro de 1894: Igreja da Glória os padres Redentoristas pediram a colaboração do povo da Glória, de São Pedro, do Grama e de Benfica para a construção do convento (residência dos padres). Em outubro de 1895, padres e irmãos mudaram para o convento ainda em obras.
1899: Cervejaria Estrela (Guilherme Griese)
-Cervejaria Tapera (Pedro Schubert).
Meados do século XIX: O primeiro curtume industrial do Brasil – Curtume Krambeck (João Wriedt, Peter Giese e Detlef Krambeck).
Fins do Século XIX e Começo do Século XX:
O primeiro transporte público de Minas Gerais – Bondes (Félix Schmidt).
Construção e materiais de pintura (Irmãos Surerus)
Fabrica de Molas Schröder (João Schröder).
Fábrica de Carruagens e Carroças (Henrique Griese).
Fábrica de Caramelos e Balas (Frederico Plöterle).
Fábrica de Caramelos e Balas (Cristhiano Horn).
Fábrica de Caramelos e Balas – A Suíça (Augusto Degwert).
Fábrica de Caramelos e Balas – A Petropolitana (Otto Loefler).
Tipografia Brasil (Hermann Erhardt).
Tipografia Winter (Frederico Winter).
Tipografia Schimitz (Paulo Schimitz).
Clube de tiro caça e pesca.
 Clube de jogo de boliche (Kegel Club).
Clube de ginástica (Turnerchaft) .
Clube de tênis (Clube D. Pedro II).
A terceira fábrica de pregos do Brasil – a “São Nicolau” (Edmundo Schimidt).
A primeira fundição de ferro gusa (Pedro Schubert).
A primeira indústria de tecidos de malha de Minas Gerais (Antônio Meurer).
1900: A vinda das freiras da Congregação das Irmãs de Santa Catarina. Elas vieram para o município em 1900 e fundaram o Colégio Santa Catarina, a fim de instruir as crianças da Colônia Alemã.
- Curtume Surerus (João, Henrique e Oscar Surerus).
25/07/1901 - Falecia em sua residência, na Rua Direita no. 119, aos 80 anos de idade, o farmacêutico Gustavo Adolfo Fassheber, de nacionalidade alemã, que vivia em Juiz de Fora desde 1860, tendo sido presidente do Conselho Distrital da Cidade em 1892.
1903: nascia o primeiro Colégio das Irmãs Servas do Espírito Santo, o Stella Matutina, que, de 1907 a 1931 serviu como sede da primeira Província brasileira da Congregação.
1907: Malharia Stiebler (Carlos Stiebler).
1910: Malharia Waltemberg (Waltemberg).
16/03/1912 - Inaugurava-se a Mecânica Central, da firma Otto & Irmão.
01/09/1912 - Falecia, aos 58 anos de idade, o Sr. Pedro Antônio Freez, sócio-fundador da Cervejaria Poço Rico.
1913: Curtume Poço Rico (Waldemar Freesz).
28 de Junho de 1914: o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono Austro-Húngaro, e sua esposa Sofia, Duquesa de Hohenberg, foram assassinados pelo sérvio Gavrilo Princip, que pertencia ao grupo nacionalista-terrorista armado Mão Negra (oficialmente chamado "Unificação ou Morte"), que lutava pela unificação dos territórios que continham sérvios. Esse incidente desencadeou os eventos que deram origem à  primeira  guerra mundial e consequências na vida dos emigrantes e descendentes em Juiz de Fora.
1915: Fundação do Museu Mariano Procópio, por Alfredo Ferreira Lage. Investidor de imóveis e ações e filho de Mariano Procópio.
-A primeira fundição de ferro gusa (Pedro Schubert).
-A primeira indústria de tecidos de malha de Minas Gerais (Antônio Meurer).
5 de abril de 1917: o vapor brasileiro Paraná, um dos maiores navios da marinha mercante, carregado de café, navegando de acordo com as exigências feitas a países neutros, foi torpedeado por um submarino alemão a milhas do cabo Barfleur, na França, e três brasileiros foram mortos. Quando a notícia aqui chegou, poucos dias depois, eclodiram diversas manifestações populares.
3/06/1920 - Falecia na cidade, aos 42 anos de idade, o capitão José Weiss, gerente e coproprietário da Cervejaria José Weiss.
26/12/1921 - Violento incêndio destruía o prédio do Curtume Krambeck na Rua Bernardo Mascarenhas, ocasionando prejuízos avaliados em 450.000$000.
12 de abril de 1923: quando já quase pronta a nova Igreja da Glória, aconteceu um incêndio que destruiu a velha igreja. O alarme foi dado por um Ron Dante da Cervejaria Americana. Ao toque dos sinos acorreu muita gente para ajudar a apagar o fogo; foi chamado o corpo de bombeiros; o prefeito, Dr. José Mariano Procópio, acionou a polícia e tomou outras providências. Não foi possível impedir a total destruição da igreja; salvaram-se apenas as imagens.
24 de agosto de 1924: Igreja da Glória procedeu-se à inauguração e bênção solene. Os altares, com suas imagens, e o púlpito vieram do Tirol (Áustria). O tabernáculo veio da Bélgica.
13/09/1926 - Falecia na Alemanha, onde se encontrava a passeio, o Sr. Francisco Faulhaber, industrial na cidade.
28/04/1929 - Falecia em Salvador, na Bahia, onde estava residindo, o engenheiro Augusto César Stiebler Franco.
15 de setembro de 1930, Igreja S. Vicente de Paulo – Borboleta -o Cura Vicente Zey celebrou a primeira missa no local (o altar foi na mesa da copa do Sr. Francisco Xavier Schaeffer-Franz), benzendo solenemente o CRUZEIRO doado pelo Sr. Júlio Menini (Presidente da Comissão), realizando também a primeira festa (festival) em benefício da construção da Capela.
28 de junho de 1930: Nascimento de Itamar Augusto Cautiero Franco, filho de Augusto César Stiebler Franco (falecido pouco antes do nascimento do filho) e Itália Cautiero. Itamar Franco nasceu a bordo de um navio de cabotagem, um "Ita" da Companhia Nacional de Navegação Costeira, no Oceano Atlântico entre o Rio de Janeiro e Salvador. O registro civil de seu nascimento foi feito na capital baiana, onde sua mãe viúva encontraria abrigo na casa de seu tio.
Sua família era de Juiz de Fora, onde ele cresceu e se formou engenheiro civil em 1955, graduado na Escola de Engenharia de Juiz de Fora. É oficial da Reserva R/2 do Exército Brasileiro pelo NPOR de Juiz de Fora.
Itamar foi casado com Maria Elisa Krambeck Surerus e teve duas filhas.
17/06/1933 - Depois de uma permanência de vários dias na cidade, em visita oficial, seguia de automóvel para Viçosa, com a finalidade de conhecer a Escola Superior de Agricultura, o Dr. Schmidt Elskop, ministro da Alemanha no Brasil.
11/09/1935 - Falecia o maestro Alexandre Weissmann, diretor da Escola de Música Juiz de Fora.
1938: Campanha de nacionalização foi o conjunto de medidas tomadas durante o Estado Novo de Getúlio Vargas para diminuir a influência das comunidades de imigrantes estrangeiros no Brasil e forçar sua integração junto à população brasileira.
1 de setembro de 1939: Iniciou a Segunda Guerra Mundial com a invasão da Polônia pela Alemanha e as subsequentes declarações de guerra da França e da Grã-Bretanha.
Final da década de 30/ início de 40: Açougue Glória – Jacob Stephan e seus filhos: Arlindo, Arnaldo e Jorge. Até 1963.
Em 1942: com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial foi intensificada a repressão, com restrições às liberdades individuais: necessidade de autorização para viajar dentro do país; apreensão de livros, revistas, jornais e documentos, com destruição de parte da memória histórica da imigração, e eventual prisão daqueles que não falassem português.
07/09/1943 - Falecia na cidade, aos 76 anos de idade, o Sr. Hermann Erhardt, proprietário da Tipografia Brasil.
1945: Fim da guerra
30/05/1948 - Falecia em sua residência, na Rua Bernardo Mascarenhas no. 1503, o Sr. Eduardo Weiss, proprietário da Cervejaria José Weiss e diretor do Centro Industrial de Juiz de Fora.
10 de agosto de 1958: Marco inaugurado pelo Prefeito Ademar de Andrade em comemoração ao centenário da chegada dos alemães em Juiz de Fora.    Depois de um acidente ficou guardado na prefeitura por muitos anos .
1960: A Universidade Federal de Juiz de Fora foi criada por ato do então Presidente Juscelino Kubitschek, a fim de tornar-se um polo acadêmico e cultural de uma região de 2,5 milhões de habitantes no Sudeste do Estado de Minas Gerais que tem como centro a cidade de Juiz de Fora.
29/04/1962 - Falecia em São Paulo o Sr. Olegário Gerhein, industrial na cidade.
Agosto de 1964: Açougue Jacobana, Irmão Stephan até 1974.
27 de agosto de 1967: Foi fundado O Centro Folclórico Teuto-Brasileiro de Juiz de Fora.
1969: iniciou uma sequencia de festas alemãs que foram realizadas no adro da igreja de S. Vicente de Paulo no Bairro Borboleta (1969/1972) e próximo à igreja Luterana (1975) Sob patrocínio do Centro Folclórico Teuto Brasileiro de Juiz de fora. Foi à primeira tentativa de resgate da cultura Alemã.
1976: Açougue Stephan até 2009.
9 de Novembro de 1989: O Muro de Berlim começou a ser derrubado no, ato inicial da reunificação das duas Alemanhas, que formaram finalmente a República Federal da Alemanha, acabando também a divisão do mundo em dois blocos. Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria.
16 de Julho de 1990:     fundação do Grupo de Dança Folclórica Alemã MUNIQUE, embrião da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha.
7 de setembro 1990: Inicia o ciclo de festas alemãs que resgata a cultura alemã em Juiz de Fora, Sob Patrocínio da Igreja de S. Vicente de Paulo e apoio Centro Folclórico Te uto Brasileiro de Juiz de fora. Participaram todas as entidades do Bairro. Primeiras apresentações do Grupo de Danças típicas Alemãs Munique.
1990: O MARCO COMEMORATIVO - Na festa de 1990 foi resgatado o marco comemorativo do centenário da imigração alemã que estava no depósito da prefeitura e foi levado para o Borboleta e colocado na entrada do Bairro.   Esse marco, feito em granito, pela empresa Soranço Mármores e Granitos S.A., em pedra negra, foi erigido inicialmente na Praça Agassis e solenemente inaugurado em 10 de agosto de 1958 pelo Prefeito Ademar de Andrade em comemoração ao centenário da chegada dos alemães em Juiz de Fora.   Depois de um acidente ficou guardado na prefeitura por muitos anos e finalmente foi fixado nesse bairro em função da realização da festa.
1990: O OUTRO “MURO” QUE CAIU O OUTRO “MURO” QUE CAIU O Vereador José Mauro Krepp solicitou e o Sr. Luiz Antonio Stephan cedeu um terreno de sua propriedade para refazer a ligação direta entre o bairro Borboleta e S. Pedro através do Morro do Alemão que estava interrompida há muitos anos. Até então, uma volta enorme pela subida do morro do Cristo era preciso para se dirigir de um bairro ao outro. O prefeito Alberto Bejani, imediatamente fez as obras e enfim ligaram os dois bairros de colonização alemã.
1991: A equipe de coordenação da festa: Coordenador Geral: Luiz Chinelato- Coordenador Comercial: Luiz Antonio Caixeiro Stephan- Coordenador Folclórico Cultural: Professor Dirceu Scoralick- Coordenador Financeiro: Vicente Paulo Clemente- Coordenador de Infra Estrutura: Salvador Del Duca- Coordenador Social: José Mauro Kreppe- Coordenador ecumênico. Carlos Alberto Rossi - Coordenadora de Danças Folclóricas: Maria das Graças Schäfer.
27 de junho de 1993: foi criada a Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha.
7 de Setembro de 1995: inicia-se um ciclo de festas alemãs patrocinadas pela Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha.
1999: MERCEDES BENS EM JUIZ DE FORA
No dia 17 de abril de 1996 foi anunciada, pela Ministra Doroteia Verneck a instalação da Mercedes Benz em Juiz de Fora de sua primeira fábrica da América do Sul, dedicada a automóveis de passageiros, o veiculo Classe A     As obras iniciaram em 1997.
A fábrica foi inaugurada em 1999 sendo  pioneira na adoção de novas técnicas de produção, organização e trabalho em equipe, atingindo um dos mais altos padrões de qualidade entre todas as unidades de automóveis da marca MERCEDES-BENZ no mundo e é vista como uma das mais modernas da indústria automobilística da América Latina. 
31 de Maio de 2000: Desfile de comemoração do Sesquicentenário de Juiz de Fora.  Em 31 de Maio de 2000 aconteceu um belíssimo desfile na Av. Rio Branco, com a participação de 2000 pessoas, para comemorar os 150 anos de emancipação do município. O desfile Cívico Militar contou com 11 alas e na ala dos Colonos se destacaram um sósia de Halfeld com sua esposa e os emigrantes alemães, representado pela Associação Cultural E Recreativa Brasil Alemanha.

2 comentários:

  1. http://www.mariadoresguardo.com.br/2010/01/igreja-luterana-situada-na-rua-bernardo.html

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  2. E outras mais com crédito para outras pessoas.

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