AS PESSOAS


PESSOAS - LEUTE

Alemães, descendentes e amigos da cultura Germânica que se destacaram na formação da cidade de Juiz de Fora e na preservação e/ou no resgate da cultura alemã:
A
B
Barbosa, Luiz Carlos: Coordenador da barraca “Colônia” do Sport Clube Borboleta (comidas e bebidas) da festa alemã de 1990.
Benda, Rolf Peri Curt: Único filho da Família Benda a nascer no Brasil foi Diretor do SENAC por 35 Anos (desde sua fundação em Juiz de Fora) e tem extenso currículo de ajuda a inúmeras entidades de Juiz de Fora. Participante ativo do Rotary, Escotismo, entidades assistenciais. Colaborador efetivo das entidades representativas do comércio e indústria e membro da Academia Granberyense de Letras.
Biancovilli, Salvador: Presidente da Associação pró–melhoramentos do Borboleta em 1990. Apoiou a realização da festa alemã, Relações Públicas da festa Alemã de 1990 e Coordenador da barraca Heidelberg, S.P.M. Borboleta.
C
Castro, Newton Barbosa de Castro, Professor:   Bisneto de Felipe Müller e Cristina Weitzel, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e especialista e conhecedor da história da imigração Alemã.
Cine Theatro Para-todos - Carlos Mitterhofer e Arlindo Dilon: Em 1946, Carlos Mitterhofer, um tipógrafo de origem alemã e temperamento rígido, uniu-se a seu amigo e vizinho Arlindo Dilon, funcionário da Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia (FEEA), para abrir um cinema em um terreno vago, ao lado de sua casa, na rua Madre Adelina, nº 20, na Vila de São Vicente de Paula, atual bairro Borboleta.
Juntos, ergueram, então, um salão e adquiriram dois projetores Simplex 35 mm. Moradores que contribuíram com dinheiro para compra das cadeiras ganharam lugar cativo no cinema. Assim, não precisavam pagar ingresso para ocupar uma das 62 cadeiras ou sentar-se em algum dos 70 lugares distribuídos por bancos de madeira, com encosto, como bancos de igreja.
A inauguração do Cine-Theatro Para-todos, realizada em 07 de abril de 1947, foi um acontecimento no bairro, que lotou o salão para assistir ao filme Capitão Fúria. Era tanta gente que Mitterhofer e Dilon abriram a porta do cinema para que o público que ficou do lado de fora pudesse assistir.
Assim, com acontecimentos que lembram filmes nostálgicos sobre os cinemas do interior, começava a história dos Cine Theatro Para-Todos, um dos primeiros cinemas de bairro de Juiz de Fora.
A história do Para-Todos emociona e faz parte da memória de muitos moradores do bairro Borboleta, como a de Alzira Vieira Lins, que relata ter sido no interior do cinema seu primeiro beijo ou a história, quase uma anedota, daqueles meninos de calças-curtas, hoje pais de família, que entravam pela porta lateral do cinema e escondiam-se debaixo das cadeiras para assistir filmes com cenas mais “picantes” – o que para eles, então, era considerado filme “pornográfico”, não passava de uma cena ou outra onde havia mulheres com decotes mais pronunciados ou a visão de um joelho descoberto.
Armando Mitterhofer, filho do proprietário do Para-Todos, aos nove anos já trabalhava no cinema, onde foi baleiro, lanterninha e operador. Seu pai era funcionário da famosa Companhia Dias Cardoso: trabalhava o dia todo na tipografia e à noite ia para o cinema. “Eram os anos dourados da sétima arte e a sala estava sempre cheia”, diz ele.
Segundo Waltencyr Parizzi, que trabalhou décadas na empresa, havia até um esquema de divulgação, com folhetos distribuídos nas casas comerciais, onde – em troca de convites para filmes – eram afixadas tabuletas de propaganda. Além disso, um carro de alto-falante percorria os bairros anunciando a programação e havia também a famosa sirene que soava anunciando que a sessão ia começar. As salas lotavam, recorda, saudoso, Parizzi. Moradores das redondezas também frequentavam os cinemas. “Alguns vinham de São Pedro e do Monte Castelo”, conta Armando Mitterhofer.
Nas sessões de quarta-feira, o Para Todos exibia, após o filme, um daqueles seriados que deixavam o público em suspense até o próximo capítulo. Dentre eles, “As aventuras de Tarzan”, “Dick Tracy contra o crime”, “Flash Gordon no planeta Mongo” e “Perigos de Nioka”. Na semana Santa, “A vida de Cristo” era garantia de um público numeroso e contrito. A maioria de cinemas de bairro funcionou até meados da década de 70, quando, um a um, começaram a fechar suas portas devido à reduzida frequência.
Chinelato, Luiz:  Presidente do Conselho da Pastoral da Igreja S. Vicente de Paulo um dos idealizadores e coordenador geral da festa Alemã de 1990.
Clemente, Vicente (Família de origem Clemmens Escritor de livros sobre a colonização em Juiz de Fora. Coordenador Financeiro da festa Alemã de 1990.
Colégio Stela Matutina: Em 08 de setembro de 1902 foi fundado o Colégio Stella Mattutina. 
Começou suas atividades num prédio antigo sobrado branco em frente a Santa Casa, com aulas diversas além de trabalhos manuais e estudos de Música. As Irmãs Missionárias Servas do Espírito santo foram as fundadoras.
A ordem religiosa surgiu no bojo de um sonho do missionário Arnaldo Jansen fundador da Ordem Religiosa do Verbo Divino, as freiras fundaram a ordem em STEYL no território da Holanda. Suas fundadoras foram Madre Maria Helena Stollenwerk nascida em 28 de novembro de 1852 na Aldeia de Eifel uma região de colinas na Renânia do Norte-Alemanha e a Madre Josefa - Hendrina Stenmanns nascida em Issum região de Dusseldorf.
(Colaboração de Nilo Sergio Frank)
Comunidade Evangélica Luterana: O templo que foi inaugurado em 30 de junho de 1885, na Praça Agassis, foi construído sob direção do senhor Detlef Krambeck e seus auxiliares João e Henrique Surerus.
Conselheiros ­da primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha (fundadores).
Adalto Barra, Ricardo Möller, Luiz Carlos Barbosa, Luiz Antônio Stephan, Sueli Munk Nascimento, Gilson Carlos Barbosa.
Conselheiros do Centro Folclórico Teuto-Brasileiro: Ana Ester do Nascimento Schäfer, Maria Dosanjos Itaboray de Oliveira, Célia Maria Rodrigues Scoralick, Erna Schäfer, Célia Renk, Geraldo Wirtz, Lindoufo Munk, Otávio Kirchmaier e Ervindo Ligler: Conselheiros do Centro Folclórico Teuto-Brasileiro de Juiz de Fora a partir 27 de agosto de 1967 (primeira diretoria).
Costa, Wagner Canelas da: Primeiro Presidente da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha. Coordenador da barraca Salão Berlim do Conselho Pastoral da igreja de S. Vicente de Paulo- (Salão debaixo da Igreja) (comidas e bebidas) da festa alemã de 1990.
Curtume Krambeck: João Wriedt, Peter Giese e Detlef Krambeck fizeram funcionar o primeiro curtume industrial do Brasil – Curtume Krambeck, em meados do século XIX.
D
Dal Médico, Hilarina Anita: Uma das Secretárias ­da primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha, posteriormente, foi também presidente da entidade.
Degwert, Cristiano Dr.: Em 25/11/1890 nasceu na Borboleta, um dos fundadores da Escola de Engenharia de Juiz de Fora e diretor da Cia. Mineira de Eletricidade.
Degwert, Augusto: Fábrica de Caramelos e Balas – A Suíça começou a funcionar nessa virada de século e funcionou até quase o final do século XX.
Dilly Roberto: Diretor do Museu do Banco de Credito Real e Presidente do Instituto Teuto Brasileiro.
Diretoria da Associação Cultural Brasil Alemanha a partir de 2008: Presidente Iverson Morandi de Oliveira Vices Presidentes: Adilson Carlos Zaniratto Júnior, Vera Lúcia Schaefer Kirchmair / Secretários: Geilson Bulhões de Sousa, Lincoln Luiz Weitzel Eiter, Tesoureiros: José Carlos Schaefer, Álvaro Henrique Lopes Campos / Suplentes da Diretoria: Ana Lúcia Belgo, Ena Maria Vilar Müller, Jorge Luis da Silva Martins, Josilene Alves de Carvalho Oliveira, Walter Heins Müller/ Conselheiros: Eliana Cristina de Oliveira Silveira, Maria das Graças Schäfer Neutzling, Viumar dos Reis Duque.
Duque, Vilmar dos Reis Duque: Vice-Presidente ­da primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha, posteriormente foi Presidente da entidade.
E
Eckmam, Maria Luiza Paletta: Primeira Miss de Juiz de Fora.
Erhardt, Hermann: Proprietário da Tipografia Brasil, faleceu em 7/09/1943.
F
Fassheber, Adolfo: Foi presidente do Conselho Distrital da Cidade em 1892. Morava na Rua Direita nº. 119 e era farmacêutico.
Fassheber, Glauco: Radialista/Jornalista/ /Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Iniciou a carreira em 1955 na Rádio Industrial de Juiz de Fora, passando posteriormente por diversas rádios em Juiz de Fora e Rio, atuou como Âncora do telejornal Pirelli na antiga TV Rio, foi Locutor Oficial da Presidência da República.
Faulhaber, Francisco: Era industrial na cidade e faleceu na Alemanha onde estava a passeio em 13/09/1926.
Franck, Dilza Masson Franck: Professora e ativista do movimento de resgate da cultura alemã
Franck, Nilo Sérgio: Presidente da Comissão Organizadora do VI CAAL, realizado na cidade de JUIZ DE FORA, no período de 03 a 05 de setembro de 2008.
Félix Schmidt: Responsável pelo primeiro transporte público de Minas Gerais – Bondes no fim do Século XIX ou Começo do Século XX.
Freesz, Irmãos: Nesse período também inaugurou a Cervejaria Poço Rico (Irmãos Freesz).
Freez, José Marcos: Vereador a partir de 1972 faleceu durante a legislatura num acidente de carro.
Freesz, Waldemar: Em 1913 funcionou o Curtume Poço Rico.
Freckmann, Karl: Arquiteto Alemão remodelou a Catedral de Juiz de Fora.

Fulkens, Matias (Padre): Em 1/01/1893 a capela de Nossa Senhora da Glória era elevada à categoria de Curato, sendo nomeado cura o padre Matias Fulkens.
G
Gerhein, Olegário: Era industrial em Juiz de Fora e faleceu em S. Paulo em 29/04/1962
Giovanini, José: Coordenador da barraca Frankfurt- SSVP Conferências Vicentinas (comidas e bebidas) da festa alemã de 1990.
Goergen, Hermann Mathias: Alemão fugido das nazistas na segunda Guerra foi industrial e agricultor em Juiz de Fora.
Entre 1941 e 1964 teve contra si os sentimentos anti-germânicos de boa parte da cidade e grandes dificuldades para administrar uma indústria de artefatos diversos, perseguido pela esquerda e pela direita sua indústria fadou ao insucesso.
Na solidão e no ostracismo morou num sítio de terra batida onde cuidou de horta e pomar com metodologia científica e fornecia aos mercados da cidade.
Um dos Criadores da Faculdade de Ciências Econômicas e seu professor por muitos anos
Foi levado de volta para a Alemanha por Johannes Hoffmann, convidado por Adenauer para assumir um ministério, e assumiu da Rádio e TV do Sarre sendo posteriormente eleito Deputado Federal na Alemanha. Foi presidente da comissão parlamentar alemã para a América Latina e nunca se afastou do Brasil. Foi sepultado em 9 de maio de 1994 em Bonn, na Alemanha e em sua lápide está escrito “Aqui jaz um amigo do Brasil” Foi um eterno agradecido ao pais e à cidade que o acolheu como fugitivo da guerra.
Gomide, Miguel: Coordenador Social da festa Alemã de 1990.
Grande, George: Em 1865 é Inaugurada a Fundição George Grande (antiga Schiess).
Griese Guilherme: Em 1899 inaugurou a Cervejaria Estrela.
Guerra, Ricardo de Andrade: Empresário Representante da Cerveja Antártica em Juiz de Fora acreditou e patrocinou as festas de 1990 e 1991 colaborando para o resgate da Colônia Alemã do Borboleta
Guettlein, Osvaldo - Churrascaria José Weiss:
“Passou por muitas mãos o "saloon" do José Weiss. Cada vez que mudava o locatário (da cervejaria) piorava mais, devido a frequência. Havia virado mesmo um “far-west".  Osvaldo Guettlein deu-lhe prestígio de novo, mostrando ali a sua afamada churrascaria. Osvaldo Iria longe em Juiz de Fora, se não morresse tragicamente. Edison Gonçalves chegou a lembrar o nome dele para prefeito. Em dezembro de 1962, estava na Churrascaria, comemorando em família a formatura de meu filho mais velho, quando chegou alguém dizendo que "seu" Osvaldo havia morrido.  Na véspera eu combinara com ele o preço daquela “farra” e ele, sempre cuidadoso, havia deixado um bilhete, recomendando que nos servissem bem. ” Paulino de Oliveira.
"Do Zé Weiss ao Lamaçal
 " http://www.artnet.com.br/~arthur/cronicaf.html)
Osvaldo Guettlein era o dono da churrascaria José Weiss (anexo à Cervejaria homônima) que ficava no bairro fábrica e que fazia muito sucesso na década de 1950/ princípio de 60.
 Ao se falar em churrasco àquela época, nada a ver com as churrascarias de hoje que emplacaram o “rodízio” na década de 80 para frente e foram se aperfeiçoando. Naquela época carne de boi era rara em restaurante da nossa região (só o filé mignon) e frango mais ainda (só em pratos mineiros, o que não era o caso) o domínio era da carne suína.
Um grande espeto onde o lombo cortado à “borboleta” (era o nome do corte), assado no carvão, acompanhado por arroz, vinagrete, farofa e batata fritas era o carro chefe.
O Movimento era muito grande, me lembro de, aos meus 8 anos acompanhava o carro de entrega do açougue Glória, que fornecia a carne de porco à churrascaria, e lá eram descarregados 2 ou 3 latões com uns 80 a 100 quilos cada.  Acredito que isso seria para um fim de semana.  
Meu Pai Arlindo era muito amigo do Sr. Oswaldo, ambos de origem alemã, e quando nossa família ia à churrascaria almoçar, em alguns domingos, papai ficava se “escondendo” do S. Oswaldo senão ele não cobrava, o que quando acontecia, gerava um certo constrangimento.
 Em tempo: a morte trágica do Sr. Oswaldo a que Paulino de Oliveira se refere, se não me falha a memória foi num acidente automobilístico. 
H
Haber, Ademar Sebastião: Tesoureiro do Centro Folclórico Teuto-Brasileiro de Juiz de Fora a partir 27 de agosto de 1967 (primeira diretoria).
Habsburgo, Maria Leopoldina Josefa Carolina de (Viena, 22 de janeiro de 1797 — Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1826): foi arquiduquesa da Áustria, primeira imperatriz consorte do Brasil, regente do Brasil em setembro de 1821, e, durante oito dias, em 1826, rainha-consorte de Portugal.
Leopoldina pertencia à casa de Habsburgo, a mais antiga dinastia da Europa. Era filha do último imperador do Sacro Império Romano-Germânico Francisco II Casou-se com D. Pedro. Filho de D. João VI e de D. Carlota Joaquina de Bourbon, herdeiro do trono do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves por procuração, na igreja de Santo Agostinho, em Viena. D. Pedro foi representado pelo arquiduque Carlos Luís grande chefe militar, (casariam de novo em 6 de novembro de 1817 no Rio)
Na esteira de D. Leopoldina chegaram os primeiros imigrantes, colonos suíços (alemães) que se fixaram nos arredores da corte, fundando Nova Friburgo e instalando-se na futura Petrópolis, residência de verão do Segundo Império. A partir de 1824, devido à campanha brasileira na Europa organizada pelo Major Schäffer, os alemães chegaram mais numerosos e se instalaram outra vez em Nova Friburgo e nas regiões temperadas das províncias de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, onde a Colônia de São Leopoldo foi criada em sua homenagem. Alguns da Pomerânia foram para o Espírito Santo, vivendo até os anos 1880 em tal completo isolamento que nem falavam português.
Halfeld, Altivo: Vereador de 1911 a 1915.
Halfeld, Antonio Amálio: Vereador de 1901 a 1904.
Halfeld, Heinrich Wilhelm Ferdinand: Em 23 de fevereiro de 1797 nasce em Clausthal-Zellerfeld, reino de Hanôver, Heinrich Wilhelm Ferdinand e chega ao Brasil em 1821, como engenheiro incorporado ao Exército Brasileiro. Em 1836 foi nomeado "Engenheiro da Província de Minas Gerais", quando passou a residir em Vila Rica.
Em 1837 Halfeld foi contratado para construção de uma estrada entre Vila Rica, a capital Mineira e Paraibuna na divisa com o Rio de Janeiro, sua primeira esposa faleceu em Ouro Preto, em 13 de maio de 1839. 
Durante as obras próximas à região de Santo Antonio do Paraibuna ficou hospedado na fazenda do tenente Antônio Dias Tostes e casou-se, com sua filha, Cândida Maria Carlota em 8 de janeiro de 1840, em segundo matrimonio.
Halfeld aproveitou vários trechos do Caminho Novo durante a execução da empreitada para qual tinha sido contratado, desviando-o, porém, para a margem direita do rio na região em que surgiu o arraial de Santo Antônio do Paraibuna onde planejou a cidade. Halfeld faleceu em 22 de novembro de 1873 com um tiro quando “limpava sua arma”.
Halfeld, Inácio: Vereador em Juiz de Fora com mais legislaturas de Juiz de Fora - entre 1962 e 1984.
Halfeld, Pedro Maria: Vereador no período de 1853 a 1858.
Hermann Erhardt: Foi proprietário da Tipografia Brasil.
Hansen, Ademir: Foi um dos coordenadores para licenças, alvarás e comes e bebes e autor do cartaz e folder da festa Alemã de 1990
Horn, Cristhiano: A Fábrica de Caramelos e Balas de Cristhiano Horn funcionava na Rua Halfeld e começou a funcionar na virada do século XIX para o século 20 e terminou com um incêndio por volta de 1970.
I
Ieda, D.: Coordenadora do Culto Ecumênico Representando o Centro Espírita Aurílio Braga Esteves e coordenadora da Barraca Munique- (comidas e bebidas) da festa alemã de 1990.
Iluminação pública em Juiz de Fora: Henrique Meurer e Carlos Otto Halfeld: Em 1886 inaugurou a primeira iluminação pública da cidade com a participação de Henrique Meurer e Carlos Otto Halfeld.
J
K
Kascher, Martim: Na virada do século, começa a funcionar a Fundição Kascher
Kremer, Augusto: Em 1867 inicia a produção da Cervejaria Kremer (Augusto Kremer & Cia) ele foi presidente e fundador da Sociedade Alemã de Socorros Mútuos fundada em 16/05/1872, a qual mudou posteriormente sua denominação para Sociedade Alemã de Beneficência.
Krepp, José Mauro: Vereador pela Câmara Municipal de Juiz de Fora de 1985 a 1996 e um dos líderes da festa alemã de 1990/91. Diretor do Centro Folclórico Teuto Brasileiro.
Kunz, Sebastian: Em 1860 o imigrante Sebastian Kunz fundou, na Colônia de Cima (Bairro São Pedro), a primeira cervejaria da cidade e do Estado de Minas Gerais, a Cervejaria Barbante, que utilizava o primitivo processo de alta fermentação do milho e, mais tarde, do arroz. Por esse sistema, a fermentação continuava até mesmo após a cerveja engarrafada; formava-se no recipiente uma quantidade de ácido carbônico o suficiente para pressionar a rolha fazendo-a saltar. Para evitar que isso acontecesse, a rolha era amarrada ao gargalo da garrafa com um pedaço de barbante, que conferiu o nome ao estabelecimento.
L
Lage, Mariano Procópio Ferreira: (Barbacena, 23 de junho de 1821. Juiz de Fora, 14 de fevereiro de 1872) foi um engenheiro e político brasileiro, construtor da primeira estrada pavimentada do país - "uma das glórias da engenharia nacional" e "uma das obras mais arrojadas do mundo" a sua época.
Mariano Procópio foi eleito deputado provincial em 1861 e representante de Minas Gerais na Assembleia Geral do Império entre 1861-1864 e 1869-1872. Fundou a Companhia União Indústria, com a qual projetou e construiu a Estrada União e Indústria, ligando Petrópolis a Juiz de Fora.
Fundou a Colônia D. Pedro II (1858) para imigrantes germânicos que vieram trabalhar na construção da rodovia.
Lawall, Reinaldo Major: foi mentor e diretor do Colégio CNEC, respeitado líder da comunidade. 
M
Masson, Gilson Schaefer: Colaborador efetivo nas festas alemãs a partir de 1990.
Mello, Walter de: Coordenador do Culto Ecumênico representando a Comunidade de Confissão Luterana da festa alemã de 1990.
Meurer, Antônio: Primeira indústria de tecidos de malha de Minas Gerais.
Miterhoffer, Armando: Secretário do Centro Folclórico Teuto-Brasileiro de Juiz de Fora a partir 27 de agosto de 1967 (primeira diretoria).
Munk, Edson / Vilma Shaefer Munk: Organizaram a festa de 1975 que foi realizada no adro da Igreja de S. Vicente de Paulo, mas, organizada pelos Luteranos.
Munck, Sabrina: Historiadora formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Professora. Foi Rainha da festa de 1995
Munk, Vilma Schaefer: fundadora e uma das Tesoureiras ­da primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha, posteriormente, foi também presidente da entidade
N
O
Otto e Irmão: Mecânica Central Inaugurada em 16/03/ 1912 
Otto Loefler: Fábrica de Caramelos e Balas – A Petropolitana.
P
Peters, Pedro Peters Dr.: O “médico dos alemães” - Médico morava em S. Pedro e atendia a colônia Alemã e conhecia de perto os problemas de saúde dos colonos.
Pflüger, Bernhard (Pastor): O primeiro pastor luterano a dar assistência à comunidade de Juiz de fora, era de Rio Novo, Espírito Santo, o qual assistia a comunidade de Petrópolis na ausência de seu pastor. E era a partir de Petrópolis que o Pflüger assistia os evangélicos de Juiz de Fora.
Plöterle, Frederico: Na virada do século funcionou a sua Fábrica de Caramelos e Balas.
Q
Quirino, Manuel: Líder comunitário do Borboleta, ligado à escola de Samba, foi um dos coordenadores para licenças, alvarás e comes e bebes e coordenador da barraca Hamburgo- G.R.E.E.S. Borboleta o (comidas e bebidas).
R
Rodrigues, Antenor Salser Dr.: Diretor Geral do Instituto Cultural Friedrich Von Schiller 1997/1999.
Rodrigues, Jeanette Dias Professora: Fundadora e mantenedora do Instituto Cultural Friedrich Von Schiller, fundado em 1980. Uma verdadeira amiga e divulgadora da cultura e da Língua Alemã.
Ropper, Hans: Fundador do Turneschaft – Clube Ginástico - 1909.
Rossi, Carlos: Coordenador do Culto Ecumênico representando a Igreja de S. Vicente de Paulo da festa alemã de 1990.
Rudger, Guilherme: Autor de rótulos de Litografia de grande qualidade para as indústrias de Juiz de Fora na primeira metade do século XX.
S
Santa Catarina, Freiras da Congregação das Irmãs do: Em 1900: chegam a Juiz de Fora as freiras da Congregação das Irmãs de Santa Catarina e fundaram o Colégio Santa Catarina, a fim de instruir as crianças da Colônia.
Schimidt, Edmundo: A terceira fábrica de pregos do Brasil – a “São Nicolau”
Schmidt Elskop, Dr.: Ministro da Alemanha no Brasil: Em 17/06/1933, depois de uma permanência de vários dias na cidade, em visita oficial, seguia de automóvel para Viçosa, com a finalidade de conhecer a Escola Superior de Agricultura, o Dr. Schmidt Elskop, ministro da Alemanha no Brasil.
Segrégio, Jânio Henrique: Fundador e um dos Secretários ­da primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha
Schimitz, Paulo: Criou a Tipografia Schimitz
Schröder, João: Foi proprietário da Fábrica de Molas Schröder.
Schubert, Pedro: No final do século XIX começou a produzir na Cervejaria Tapera.
Scoralick, Dirceu Professor: Presidente do Centro Folclórico Teuto-Brasileiro de Juiz de Fora a partir 27 de agosto de 1967 (primeira diretoria). Coordenador Cultural da festa Alemã de 1990.
Scoralick, Irmãos: A Cervejaria Borboleta funcionou a partir de 1880.
Shaefer, Juracy: Vereador em Juiz de Fora 2001 a 2004 e colaborador das Festas Alemãs.
Schaefer, Maria das Graças Schaefer (Gracinha): responsável pelo resgate da cultura alemã através da dança folclórica na década de 1990. Organizou o Grupo de danças Munique em 16 de maio de 1990. Foi idealizadora e presidente da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha. Vice-Presidente ­da primeira diretoria.
Shaefer, Sandro: Colaborador efetivo de diversas festas Alemãs.
Stiebler, Augusto César (Engenheiro): Estava trabalhando na Bahia quando faleceu em 28/04/1929. Pai do Presidente Itamar franco.
Itamar Augusto Cautiero Franco: Nasceu em 28 de junho de 1930, filho de Augusto César Stiebler Franco (falecido pouco antes do nascimento do filho) e Itália Cautiero. Itamar Franco nasceu a bordo de um navio de cabotagem, um "Ita" da Companhia Nacional de Navegação Costeira, no Oceano Atlântico entre o Rio de Janeiro e Salvador. O registro civil de seu nascimento foi feito na capital baiana, onde sua mãe viúva encontraria abrigo na casa de seu tio.
Sua família era de Juiz de Fora, onde ele cresceu e se formou engenheiro civil em 1955, graduado na Escola de Engenharia de Juiz de Fora. É oficial da Reserva R/2 do Exército Brasileiro pelo NPOR de Juiz de Fora.
Itamar foi casado com Maria Elisa Krambeck Surerus e teve duas filhas.
Stiebler, Carlos: Em 02 /01/1894 Inaugurava-se na Rua do Botanágua nº 127 a Cervejaria Dois Leões, de sua propriedade. Em 1907 fundou a Malharia Stiebler.
Stephan, Arlindo João: O Açougue Jacobana de Arlindo J. Stephan e seus irmãos Arnaldo e Jorge, iniciaram as atividades em 01 de agosto de 1964 e se manteve em atividade até 1974.
Stephan, Jacob e seus filhos: Arlindo, Arnaldo e Jorge: No Final da década de 30 início de 40 entrou em funcionamento o Açougue Glória na Avenida dos Andradas 936. Funcionou até 1963. Depois de ter 6 filiais pela cidade, Era um ponto de referência na cidade, com a banha Glória e comas linguiças que passaram a ser um símbolo dos mineiros.
Stephan, Luiz Antonio Caixeiro: Atividades Empresariais (a partir dos 14 anos de idade): 45 anos de trabalho nas empresas: Açougue Jacobana - Propal Comercial Ltda.- Stephan e Silva Ltda., Damata Indústria e Comércio Ltda. Big Pig Ltda. (Rio de Janeiro) e Casa Stephan. Marcas: “Jacobana”, “Stephan” e “Damata”. Todas no ramo de carnes e derivados. Diretor do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora, 1983/1999 (Presidente 1988/1998); Diretor da Associação Comercial de Juiz de Fora,1985/ 1997 (Presidente 1985/1987; Diretor da Federação do Comércio de Minas Gerais; Diretor da Federação das Associações Comerciais de Minas Gerais; Diretor Geral do Instituto Cultural Friedrich Von Schiller; Diretor da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha;- Diretor do Instituto Cultural Teuto Brasileiro (período de realização das festas alemãs de 1990 e 1991);
Criador da Festa Alemã do Borboleta em Juiz de Fora (1990 >).
- Juiz Classista da 2ª Junta de Conciliação e Julgamento de Juiz de Fora (durante 3 anos); Negociador em acordos salariais do Sindicomércio enquanto diretor.
Stephan, Maria Cecília Gollner: Juíza de Direito na Comarca de Juiz de Fora na vara da Infância e Juventude. Exerceu a Magistratura também em Palma e Santos Dumont.
Stieger, Jaime: Fábrica de Doce Brasil, tradicional estabelecimento de doces e salgados à Rua Marechal Deodoro.
Stroele, Georg Gottlob (Pastor)
A assistência pastoral regular se concretizou com a vinda e atuação do P. Georg Gottlob Stroele que morava em Petrópolis, mas que realizava mensalmente uma viagem de trabalho a Juiz de Fora.
Provavelmente o pastor Stroele oficiou seu primeiro culto em Juiz de Fora em 28 de agosto de 1862.
Surerus: Irmãos João, Henrique (Vereador de 1916 a 1818) e Oscar: Curtume Surerus.
Surerus, Henrique: Em 10/04/1860 - Nascia em Petrópolis o industrial Henrique Surerus, que foi vereador à Câmara Municipal e membro do Conselho Consultivo da Prefeitura no período de 1930 a 1936.
Surerus, Irmãos: No Fim do Século XIX ou Começo do Século XX: Montaram uma Casa de Materiais de Construção e de pintura.
Surerus, Osmar: Vereador no período de 1962 a 1964.

T
U
V
X
W
Waltemberg: Em 1910: entrou em funcionamento a Malharia Waltemberg.
Weiss, José: Em 1878 entrou em funcionamento a Cervejaria José Weiss que funcionou até a década de 1970.
Weissmann, Alexandre Maestro: Foi diretor da Escola de Música Juiz de Fora e faleceu em 11/09/1935.
Weitzel, Antônio Henrique: pesquisador, é membro da Comissão Mineira de Folclore, criada em 1948. Ele estuda sobre cultura popular desde 1963 e entrou para o grupo em 1965. De acordo com Weitzel, o benzimento teve início quando Jesus Cristo disse aos 12 apóstolos que eles deveriam curar todas as doenças e enfermidades. Mas para ele também a benzeção é algo que vai se perdendo com o passar dos tempos. “Está desaparecendo porque há falta de convivência com o sagrado. Hoje há uma descrença generalizada”, destacou. Aliado a isso, hoje o acesso aos médicos é mais fácil do que antigamente, quando a prática era uma das alternativas para cuidar das doenças e males do povo.
‘Para dar certo, é preciso ter fé’, garantem benzedeiras de MG 
Em seu livro “Magia, religiosidade e superstição na cultura popular” ele reuniu materiais sobre o procedimento, rituais, palavras e gestos envolvidos nas benzeções, como o sinal da cruz. Além disso, também listou mais de 30 plantas com fins terapêuticos.
Na obra, ele descreveu os benzedeiros como “pessoas simples dedicadas à caridade para com os doentes e necessitados de ajuda”, afirmando que eles são respeitados por praticarem o bem com desinteresse, não visando a nenhum benefício próprio. Geralmente, eles fazem jejum e são devotos da igreja. Segundo o estudioso, o benzedor não pode receber remuneração pelo trabalho, senão o mal retorna para o corpo de quem foi benzido, baseado no princípio “o que é recebido de graça, foi dado de graça”.
Ele apontou ainda que a benzeção não pode ser realizada por qualquer pessoa. É preciso que a pessoa tenha fé, carisma e disposição para praticar. Além disso, o poder de benzeção tem que ser recebido de um benzedor, que pode passá-lo para os filhos ou vizinhos.
Entretanto, nem todas as doenças são passíveis de benzeção, segundo relato em seu livro. “Enfermidades muito graves não têm fórmula de cura pelo povo”. No entanto, o pesquisador acredita que a fé é o elemento essencial para o benzimento. “A cultura vulgar não se preocupa com a causa, mas com o resultado”. 
O professor Antônio Henrique Weitzel é ex-diretor do Museu de Folclore da UFJF e um dos membros fundadores da Comissão Mineira de Folclore, é autor de vários de pesquisas na área de Folkcomunicação. Seus livros abordam temas como frases populares, como as frases de banheiro, literatura oral, crendices, superstições, festas populares etc. Participa intensamente de programas de TV sobre as questões do folclore mineiro e brasileiro.
Atualmente, mesmo aposentado como professor da UFJF participa de congressos e seminários sobre folclore e cultura brasileira. 
Winter, Frederico: Também em 1880, outra Cervejaria iniciou sua produção era a Winter. Também criou a Tipografia Winter.

Y
Z

Zey, Vicente Cura: Celebrou a primeira missa no borboleta, dando início das obras da Igreja S. Vicente de Paulo, o altar foi na mesa da copa do Sr. Francisco Xavier Schaeffer-Franz, benzendo solenemente o CRUZEIRO doado pelo Sr. Júlio Menini (Presidente da Comissão), realizando também a primeira festa (festival) em benefício da construção da Capela em 15 de setembro de 1930.


6 comentários:

  1. Uilmara Machado de Melo3 de julho de 2015 12:17

    Parabéns! Excelente!

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  2. Por favor, retificar o nome do Major REINALDO LAWALL, que consta como Reinaldo Lalau. Obrigado. Devemos à ele o Colégio CNEC que foi implantado no Bairro Borboleta de então...Obrigado.

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    1. Informo ao presado amigo que foi retificado o nome do Major Lawall, que por um lapso estava grafado erradamente, no blog Comunidade Germanica, pagina Pessoas. Obrigado pela colaboração.

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  3. Boa tarde. Meu nome é Katharine Reink Tran. Sou moradora do bairro São Pedro e desejo informações sobre a minha família,, Reink ou Reinck; como chegada ao Brasil, de onde vieram, etc.
    Há tanto tempo procurando e hoje no seu blog, vi o meu sobrenome.
    Excelente trabalho!

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    1. Entre no blog: https://stephanimigracaoalema.blogspot.com.br com muitas novas informações. Brasão das famílias, lista das famílias que chegaram à Juiz de fora, em ordem alfabética e, em fase final, um estudo sobre cada cidade de onde vieram.

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  4. Boa tarde, meu nome é Glider Weissmann Ramiro, neto do maestro Alexandre Weissmann, a ultima matriarca filha Egle Weissmann Ramiro, professora e a Shirley Temp mineira, faleceu em 29/09/2016.

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