CHUCRUTE DANÇA CHOPE E DETERMINAÇÃOI

CHUCRUTE DANÇA CHOPE E DETERMINAÇÃOI
UM LIVRO SOBRE A COLONIZAÇÃO ALEMÃ NO BRASIL COM FOCO EM JUIZ DE FORA Luiz Antonio Caixeiro Stephan 45 Anos dedicado ao comércio e indústria de carnes. Atuou como: -Presidente e Diretor da Associação Comercial de Juiz de Fora -Presidente e Diretor do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora. - Diretor da Federação do Comércio de Minas Gerais -Diretor Geral do Instituto Cultural Friederich Von Shiller - Diretor do Centro Folclórico Teuto Brasileiro -Diretor da Associação Cultural e recreativa Brasil- Alemanha.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FESTA ALEMÃ DO BORBOLETA 1991

Princesa Vandélia 1991



Festa Alemã  1995
Vereador José Mauro Krepp e Luiz Antonio Stephan
Luiz Antonio e a Rainha Sabrina

Juiz de Fora já teve uma diligência

Festa alemã 1995: Tia Wilma, Prefeito Custódio de Matos e Senhora, Vereador Juracy Sheffer Gracinha e Luiz Antonio




sábado, 10 de setembro de 2011

INTRODUÇÃO

Vamos citar alguns protagonistas. Evidentemente, haverá falhas, pois, de forma alguma conseguiremos fazer referencia a todos os imigrantes e descendentes dos alemães, aos simpatizantes dessa cultura e aqueles que ajudaram na preservação e divulgação desses costumes.
Considerem-se homenageadas todas as pessoas que, de alguma forma, se dedicaram a manter essa tradição; todos os imigrantes, suas famílias e descendentes desse povo, que vieram de tão longe, se integrar e ser aceito nessa cidade.
Mais de 150 anos se passaram desde que os primeiros imigrantes “alemães” aqui chegaram, de forma definitiva, para viver, criar e educar seus filhos, se integrar na comunidade e colaborar para seu desenvolvimento.
Nada foi fácil nesse processo, nem para os que chegavam nem para aqueles que aqui se encontravam. Tudo o que foi feito nessa cidade dependeu de muita perseverança e trabalho de todos e se não fosse essa união de raças e de culturas, Juiz de Fora não seria essa bela cidade que se destaca no cenário Nacional.
As pessoas, todas elas, que passaram ou que estão por aqui deu ou dá sua cota de contribuição para o desenvolvimento e devem se orgulhar de serem Juizdeforanos, Mineiros e Brasileiros.
Citaremos, também, algumas personalidades alemãs que fizeram história.


Irmãos Surerus



Vilma Schäfer, Mary, Custódio Mattos, Juracy Schäfer, Graça Schäfer, Luiz Antonio Stephan - 1991

A
Aquino, Tadeu Antônio de
Conselheiro na primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil- Alemanha, 1993/1995.
Agostinho, Luciano Barbosa
Tesoureiro da Associação Cultural e Recreativa Brasil- Alemanha (2003/2005). Secretário no período 2006 a 2008.
B
Barbosa, Gilson Carlos
Conselheiro na primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil- Alemanha, 1993/1995.
Barbosa, Luiz Carlos
Coordenador da barraca Colônia do Sport Clube Borboleta (comidas e bebidas) da festa alemã de 1990.
Conselheiro na primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil- Alemanha, 1993/1995
Belgo, Ana Lúcia
Vice- presidente da Associação Cultural e Recreativa Brasil- Alemanha (1995/1997). Diretora no período 2008/2010.
Benda, Rolf Peri Curt
Único filho da Família Benda a nascer no Brasil, pois suas irmãs nasceram ainda na Alemanha antes da transferência para o Brasil.
Diretor do SENAC por 30 Anos (desde sua fundação em Juiz de Fora) e tem extenso currículo de ajuda às inúmeras entidades de Juiz de Fora.
Participou da organização da festa Alemã de 1990.
Bejani, Carlos Alberto
Prefeito da cidade incentivou e viabilizou apoio da prefeitura e da Funalfa para a realização das festas de 1990 e 1991; 2005, 2006, 2007 e 2008.
Biancovilli, Salvador
Presidente da Associação pró – melhoramentos do Borboleta em 1990.
Relações Públicas da festa Alemã de 1990 e Coordenador da barraca Heidelberg, S.P.M. Borboleta.
Barra, Adalto
Conselheiro na primeira diretoria da Associação Cultural e Recreativa Brasil- Alemanha, 1993/1995 e da quinta diretoria no período de 2001/2003.
Bartels, Irmãos
Antonio, pai
Filinho, Gelso, Tiana, Antônio, Sô Nota.
O açougue Bartels, localizado na avenida Getulio Vargas, iniciou suas atividades na década de 1950 e permaneceu no mercado até o final do século XX, muito trabalhadores e produtivos, fabricavam toneladas de produtos, com ênfase para lingüiças e exportavam para outros estados principalmente Rio de Janeiro.
D. Eneida e seu esposo Afonso Van de Pal, mantinha o “Bartels” do Manuel Honório.
No final do século XX e até os dias de hoje (2010) a família , ainda continua no mercado com alguns de seus representantes.
Já na terceira geração, se destaca o Frigorífico Sousa Bartels na Rua Floriano Peixoto.
Bach, Johann Sebastian
(Eisenach, 21 de março de 1685 - Leipzig, 28 de julho de 1750) foi organista e compositor alemão do período barroco. Mestre na arte da fuga, do contraponto e da música coral, ele é um dos mais prolíficos compositores da história da música ocidental.
C

TRECHOS DO LIVRO

BREVE HISTÓRIA DA ALEMANHA
 A COLONIZAÇÃO ALEMÃ NO BRASIL E EM JUIZ DE FORA
 A CULTURA ALEMÃ
 AS FESTAS POPULARES DA COLÔNIA EM JUIZ DE FORA

A História é uma grande loja para minha fantasia e os sujeitos devem adaptar-se e tornar-se, em minhas mãos, o que quero que eles sejam.

Friederich Von Shiller

O ENTRELACE DE FAMÍLIAS

EXEMPLO: FAMÍLIAS STEPHAN E SHÄFER

Durante o período de colonização foi comum o enlace matrimonial de pessoas que pertenciam à mesma origem, talvez pelos costumes, língua, e outros fatores culturais, mas a partir da segunda geração houve uma magnífica miscigenação e atualmente essa integração é total.
Ao criar um exemplo, escolhi minha família a partir do casamento de Jacob Stephan e Anna Shäfer (Anna Stephan).
Encontramos laços desde a origem no distrito de Neckar-Odenwald, na região administrativa de Karlsruhe, estado de Baden-Württemberg, Alemanha.
Somente quatro quilômetros separavam as duas famílias em seu berço, vieram para o Brasil na mesma época com poucos dias de diferença no embarque, alguns vieram juntos no mesmo navio e posteriormente as duas famílias se juntam num casamento como veremos.


QUE ACONTECEU COM A CULTURA ALEMÃ EM JUIZ DE FORA?

Alguns fatos surgiram e inibiram fortemente a cultura alemã em Juiz de Fora, que ficou restrita por muitos anos nas casas e na memória das pessoas. Fatores esses ocorridos em função de questão política e de estranhamento, que veremos.
Em função do que serão expostas, durante longo período essas manifestações foram silenciadas.
O governo alemão proibiu em 1859, um ano depois do início da colonização em Juiz de Fora, a emigração para o Brasil em projetos de colonização devido a diversos problemas:
A viagem era temerária, os emigrantes às vezes tinham de esperar cerca de dois meses no porto de Hamburgo em condições precárias, onde inclusive ocorriam óbitos.
Os passageiros embarcavam nos navios, em viagens que poderiam durar cerca de três a quatro meses e as pessoas viajavam espremidas, com alimentação deficiente e má higiene, havendo inúmeros óbitos por causa de epidemia e muitos morriam ao chegar ao Brasil, por causa de doenças tropicais.
Os alemães sofreram para se adaptar ao clima brasileiro, ao idioma e às novas condições de vida primitivas.
Em alguns casos, aqui chegavam e por não estarem suas terras demarcadas, ficavam alojados em prédios ocupados antes por escravos, aguardando durante meses o assentamento em seus lotes por isso surgiam muitas brigas.
O isolamento das colônias também dificultava porque faltava acesso médico para doenças ou partos. A situação precária para sobrevivência causava muita decepção e desgosto, pois não eram as perspectivas que tinham quando decidiram emigrar. As promessas de que iriam para o "paraíso" aumentavam o sofrimento, quando estavam frente a frente a matas fechadas para derrubarem a machado, onde inclusive as mulheres ajudavam.
A espera pelo cumprimento de promessas como o desenvolvimento da região com a construção de vias de acesso e a promessa de subsídio com dinheiro ou instrumentos de trabalho (ferramentas, sementes, gado, material de construção) não foram cumpridas na maior parte das colônias alemãs.
A liberdade de culto de religião, apesar de declarada, era somente tolerada, pois ia contra a constituição brasileira. Para tanto, os imigrantes protestantes não poderiam construir prédios que tivessem a aparência de igreja, como usando sinos e cruzes.
Em Juiz de Fora as terras recebidas pelos imigrantes eram simplesmente "ingratas": secas e ácidas, sem capacidade de boa produção de alimentos para a própria subsistência. Até descobrirem quão inférteis eram aquelas terras, já haviam investido trabalho, sementes e tempo ao tentar cultivá-las, e entre a espera da colheita e a frustração de não conseguir colher nada, passavam fome.

FESTAS ALEMÃS DE 1990 E 1991
A reforma da igreja de São Vicente de Paulo, principalmente o telhado, foi o ponto de partida para a realização da festa alemã de 1990, que permitiu o início de um ciclo de valoração e resgate ao público da cultura alemã em Juiz de Fora de forma mais definitiva.
Durante o Ano de 1989, o presidente do conselho pastoral da igreja, Luiz Chinelato via se arrastar já por muito tempo as obras no templo e com o apoio dos paroquianos, decidiu realizar uma quermesse com a finalidade de arrecadar os recursos necessários.
A comunidade do Borboleta que era contumaz em festas de barraquinha, almoços e outras ações dirigidas a estabelecer fundos assistenciais e buscaria nessas ações os recursos.
Chinelato então foi à busca de apoio junto ao açougue “Stephan”, à Rua Batista de Oliveira, na pessoa do empresário Luiz Antonio Stephan, o que desencadeou um processo que culminou com a realização da festa alemã em setembro de 1990.
Uma coincidência de fatores determinou que fosse o momento certo para surgir a idéia de se realizar esse evento:
-O empresário tinha afetividade com o Borboleta, pois, ali estava a origem de sua família. Haviam lembranças e pessoas relacionadas.
-Naquele momento acontecia uma onda revolucionária que varria o Bloco do Leste e determinava o fim do comunismo nesses países, acontecendo, então a derrubada do “muro de Berlin”. Isso colocava a cultura Alemã em evidência em todo o mundo e os fatos eram amplamente divulgados na imprensa do Brasil.
-Os Sócios da empresa Stephan (Luiz Antonio e Edgard Danilo Alves da Silva) desenvolviam desde uma visita a feiras e frigoríficos na Alemanha em 1986, diversos produtos inspirados nesse país que procuravam adaptar ao gosto brasileiro. Isso facilitaria a formação de um cardápio para ser servido numa festa alemã.
-Existia, de forma latente e reprimida, na comunidade alemã do Borboleta o desejo de expor sua cultura de origem.
Quando a proposta foi feita pelo empresário, Chinelato aderiu de pronto e a levou à comunidade que se mostrou favorável.
No primeiro encontro entre o empresário e os dirigentes da pastoral da igreja foi exposta a idéia e apesar da relutância de alguns participantes que se lembraram de problemas nas festas 1969/1972/1975, a aprovação da realização do evento foi unânime e o entusiasmo surgiu forte.
No Brasil os alemães já estavam presentes no período colonial, não em numero expressivo, mas de grande qualidade. Eram artistas, engenheiros, militares, artífices e estudiosos como: Mauricio de Nassau- Siegen, Francisco Adoufho de Varnhagen, João Henrique Börn e Hans Staden.


Os primeiros imigrantes alemães foram trazidos ao Brasil pelo Rei Dom João VI, Em 1818, o governo autorizou e entre 1819 e 1820, chegaram ao Brasil 261 famílias de colonos suíços (alemães?), totalizando 1.686 imigrantes.



ALEMÃES EMIGRAM PARA O BRASIL
Foi, então, dentro de uma situação de pobreza causada por guerras e revoluções, considerando as suas conseqüências, como, lavouras destruídas, casas incendiadas, morte e as mulheres violentadas pelos soldados, que iniciou por volta de 1820 a emigração para o Brasil [O Brasil, nessa época se tornava independente de Portugal].
A desesperança levou as pessoas a procurar as condições para progredir que não encontravam mais em sua terra natal. Os mais jovens certamente vinham também, pelo espírito de aventura, de levar uma vida melhor, o que não era possível em seu país naquela época.



OS ALEMÃES “NÃO PARTIRAM” DA ALEMANHA E “NÃO CHEGARAM“ A JUIZ DE FORA.
Quando partiram, a Alemanha não existia como conhecemos hoje e Juiz de Fora, ainda se chamava Vila de Santo Antonio do Paraibuna (1856) ou Município de Paraibuna (1858), quando os imigrantes chegaram.


OS ALEMÃES EM
SANTO ANTÔNIO DO PARAIBUNA

A maior parte dos primeiros imigrantes alemães em Santo Antonio do Paraibuna eram de camponeses. Mas também vieram muitos artesãos que contribuíram para o início da industrialização.
Em dois de novembro de 1855, em Hamburgo, na Alemanha, cerca de 150 alemães, os artífices e seus familiares, embarcaram para o Brasil. O veleiro Antílope partiu com destino ao Rio de Janeiro, aonde chegou em 28 de dezembro, após 56 dias de viagem. Ali tomaram um vapor até Estrela, às margens do Rio Inhomirim, nos fundos da baía de Guanabara.
Embora a Companhia União e Indústria tivessem prometido "transporte grátis", os artífices e seus familiares tiveram que seguir a pé, com as mulheres e crianças sendo levadas em carroções.
PREFÁCIO

Quando pessoas de países e culturas diferentes se encontram, destinadas a conviverem pelo resto de suas vidas, é desejável a aceitação de umas pelas outras e a evolução de ambas pelo intercambio de seus conhecimentos. Essa troca e assimilação de experiências se chamam aculturação.
Com a chegada dos Alemães iniciou- se esse processo.
Hábitos da cultura dos brasileiros que aqui viviam se misturaram com os dos imigrantes. O convívio pacífico de pessoas humildes e trabalhadores em uma época de desbravamento aconteceram, mas, a vida era mais complicada para os vinham de um país distante com a língua, crenças religiosas, clima e tantos outros fatores díspares.
Além das dificuldades normais de quem saíram de seu país para viver em outro lugar, tão diferente, os emigrantes alemães foram afetados por problemas de cunho político que inibiram por muitos anos suas manifestações culturais públicas.
“Aos trancos e barrancos” tudo foi se encaixando e com o passar dos tempos, os imigrantes alemães se tornaram autênticos brasileiros, contribuindo fortemente para a evolução dessa cidade que adotaram com a alma e com o coração.
É racional que as lembranças de sua terra natal e a saudade, levavam aos imigrantes a permanecer com alguns hábitos e tentar manter ou lembrar suas tradições: principalmente os hábitos alimentares, modo de construir suas casas, suas crenças, suas maneiras de comemorar e outros fatores que por si só, jamais prejudicariam o convívio, muito pelo contrário somavam-se às tradições locais.
Os brasileiros aceitaram e admiraram os novos vizinhos, logo depois, chegaram os italianos, os árabes (os negros, ainda escravos, aqui já se encontravam) e nossa cidade desenvolveu dentro dessa mistura de valores enriquecidos e extraordinários.
Viajando por essas escritas, vamos caminhar numa estrada em que, em determinado momento, chegará às festas alemãs do Borboleta, mas temos uma longa trajetória a percorrer antes de “tomar um chope e comer um salsichão”.
Vamos dar uma volta em outras colônias alemãs no Brasil, do Rio Grande ao Pará, de maneira que tenhamos uma breve exposição desse processo como um todo.
Vamos conhecer o caminho, às vezes glamoroso e também melancólico percorrido pelos imigrantes desde sua origem, os problemas de adaptação, as influencias de fatores políticos e de estranhamento na vida dessas pessoas simples e lutadoras, que vieram para o Brasil para formar, juntamente com outros povos essa maravilhosa etnia atual.
Vamos conhecer os fatos que surgiram e que interferindo diretamente na vida desses e seus descendentes e colocaram um véu por cima das manifestações culturais por muitos anos.
Pelo caminho encontraremos algumas janelas para vislumbrar alguns alemães famosos e citações de homens ilustres.
Depois dos folguedos vamos continuar até o registro de alguns imigrantes exemplares, que de alguma forma se destacaram nas atividades culturais e econômicas de Juiz de Fora, colaborando para o crescimento e desenvolvimento, ao citá-los, homenageamos todos os imigrantes e seus descendentes.
Amigos da cultura alemã não são esquecidos
Para degustar, receitas de pratos de origem alemã e finalizando, alguns fatos e datas importantes.
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Boa Viagem!



“Um coração aberto mostra uma fronte aberta.”

“O maior de todos os bens é a beleza da mulher.”
“O que rejeitares do momento, eternidade nenhuma o restituirá.”

Friedrich Von Schiller

TRECHOS DO LIVRO


ESTEREÓTIPOS
“ALEMÃO CASCUDO CARRAPATO BARRIGUDO”
Procure na internet (que informa de tudo) e em outras fontes e não conseguira descobrir o que significa essas rimadas palavras. Sugere que haja um tom agressivo, mas não se consegue entender seu significado literal. De qualquer forma, essa frase foi usada para menosprezar ou ofender (?) os louros (as) de olhos azuis (também é um estereotipo,mas não são todos assim) que viviam por essa cidade afora.
“Alemão” (de forma pejorativa), “Alemão nazista”, “salsicha”, “Salsichão”, “Chucrutes” “Comedor de chucrute”, “Ariano” são alguns termos utilizados com o intuito de tentar definir os imigrantes e seus descendentes.
Esse estranhamento existe com relação a todos os “diferentes” que aportam em outras culturas e não seria distinto com os alemães que aqui chegaram. O que pode ser agravante são esses estereótipos serem postos em evidência em momentos de conflito, considerando essas situações já descritas anteriormente.
O fato de que os alemães consumirem a “couve” em abundância deu origem ao fato de terem no estrangeiro a alcunha de couves, ou seja, "Krauts". (o repolho é considerado uma couve.)